Sacos

Sacos Sacos Sacos Todos os anos, na Páscoa, costumo oferecer algo feito por mim às minhas filhas. Este ano, a pedido delas, fiz um saco para cada uma. Com o regresso à escola e o bom tempo, decidiram trocar a mochila pelo pequeno troféu. Cabem nele, livros e cadernos A4 e estão radiantes. Achei então que seria a boa altura para fazer uso duns tecidos que trouxe da viagem à China. Fiz um par de cada e estão disponíveis aqui! Bom fim-de-semana! Read More

Trouxas Matongé







A nossa passagem pela Carrasqueira anunciava o fim do nosso périplo pelo Alentejo.
Achei que era um poiso certo para apresentar a minha nova colecção de trouxas, mais complexa que no ano anterior.

Gosto de ter as mãos livres.
Não gosto de fechos adicionais mas também não gosto duma mão furtiva.
Penso ter conseguido esta pequena proeza num saco reversível (apetece-me dizer 2 em 1), todos eles feitos com tecidos africanos.
Seguram-se ora no punho, ora no ombro, consuente o tamanho.
Estarão todos expostos no próximo fim-de-semana (sábado e domingo), no Jardim da Estrela em Lisboa.
Conto convosco!





Em cima da hora



A pensar no Dia da Mãe, o próximo Domingo dia 3 de Maio, actualizei a loja com trouxas e têtes de nègre.
Esta trouxa, quer-se relativamente pequena, com uma profundidade de 22 cm, para levar apena o essencial, em dias diferentes.
Esta trouxa, com 4 cantos é igual a esta, é maior que a primeira e tem uma abertura de 36 cm.
Em ambas, o fecho é um simples nó, fusão-inspiração entre a trouxa e o furoshiki japonês.



Le Baluchon

Le Baluchon

Será a embalagem mais que perfeita para a prenda da C.
E tudo isto porque a Vera falou do Furoshiki à africana fazendo uma doce provocação ao velho "Baluchon" francês.
Não há comparação possível mas deu-me vontade de fazer um porque, além da embalagem orginal, será também um saco de fácil utilização. Mais um miminho para uma menina à beira dos 9 anos.



O meu foi feito da seguinta forma:
Num quadrado de 75cm, recortei uma estrela de 4 pontas a partir dos cantos e cozido em metade da altura.
A C. ecsolheu o tecido que tive de forrar para ser mais bonito, mas tenho a certeza que, com um tecido africano será ainda mais sui generis.
E vou fazer mais alguns!