Pinta Roxa

Pinta Roxa Pinta Roxa 2 alentejanas e 2 algarvias Há tantas coisas a acontecerem, os dias parecem-me tão curtos que me sobra muito pouco tempo para estar a frente do computador. Mas hoje foi o dia em que me permiti correr alguma distância para chegar a Olhão e conhecer a Pinta Roxa. Foi a própria Joana Rosa Bragança que me abriu a porta. É uma loja luminosa, frente à Ria Formosa que a partir de hoje alberga as famosas têtes de nègres, mas há uma novidade… as pegas vestem-se à portuguesa. Há duas alentejanas e duas algarvias. Pinta Roxa Avenida 5 de Outubro, nº28 Olhão Terça, Quarta, Quinta das 16h às 20.30h Sexta, das 16h às 23h Sábado, das 10h às 13h e das 20h às 23h

Vai acontecer no Jardim da Estrela

Vai acontecer no Jardim da Estrela Vai acontecer no Jardim da Estrela Para responder ao mote "Lisboa", com os seus arraias, sardinhadas e manjericos lançado pela organização Crafts & Design, levo no próximo fim de semana as têtes de nègres, embora desta vez venham mais duas alentejanas e uma algarvia para fazer jus à arte popular com a qual convivo diariamente. No meu jardim não crescem manjericos mas as alfazemas largam um perfume que quis apreender formando umas maçarocas para perdurar o seu cheiro característico próprio desta época que, depois de secos, permanecem o ano inteiro a perfumar as nossas casas. Sejam todos bem-vindos!

Os indisponíveis

Os indisponíveis Uma mão cheia delas Os indisponíveis Para contrariar a tendência actual de que nada se vende, tenho passado bastante tempo à frente da máquina de costura para responder às diversas encomendas. Assim como os taleigos de diferentes tamanhos, as têtes de nègres também estão indisponíveis!

Têtes de nègres

L´art de vivre Têtes de nègres Não dispenso os acessórios de l'art de vivre à volta dum bom chá ou de uma tisana que vamos bebendo ao longo do dia. Consoante a infusão, o bule muda de figura. Sozinha, a dois, em família ou com amigos é um cerimonial que gosto de cultivar. Uma nova remessa de têtes de nègres segue hoje pelo correio!

Tempo para agradecer II

Tempo para agradecer II Tempo para agradecer II Amigos dos meus amigos, meus amigos serão? Não posso dizer que conheço a Madalena mas fico comovida quando acabo por saber que das suas andanças nas feiras de velharias, descobre o que ando à procura e faz-me repetidas vezes a surpresa de me oferecer os pratos que tento juntar para criar um pseudo-serviço. Tentar agradecer quem e de quem não sei nada, não é tarefa fácil. No entanto, uma pega feita pelas minhas mãos e uns copinhos encontrados na mercearia que faz muitas vezes a vez duma feira de velharia, é apenas um singelo agradecimento. Bem hajas Madalena!