Fazer voluntariado

Debaixo dum sol abrasador Fazer voluntariado Mãos à obra Fazer voluntariado Fazer voluntariado Ser estudante e não encontrar ainda respostas claras quanto ao rumo que há de dar quando ingressar para a faculdade, fazer voluntariado é permitir obter algumas respostas, participando, mexendo, escavando, observando e desenhando, como é o caso da M., junto da maioria dos estudantes em Arqueologia vindos do Porto para o Campo Arqueológico de Mértola. Durante duas semanas, debaixo dum sol abrasador, foram meticulosamente afastando a terra, varrendo o pó para descobrir achados extraordinários da história da Vila.

E já cá vão duas!

E já cá vão duas! E já cá vão duas! E já cá vão duas! Ter 15 anos é também pedir à mãe para tirar uns retratos porque o dia é solene, mas acabam por fazer palhaçadas e acham-se o máximo quando não estão quietas, lindas quando distorcem a parte facial. Cresci numa casa onde havia exigências com a fotografia. Eram tiradas parcimoniosamente. Esperávamos pelo fim do rolo, esperávamos ainda pela revelação e pela impressão. As fotografias guardadas, algumas em álbuns, são memórias extraordinárias dum outro tempo, com outras noções à volta da imagem. Quando vejo os retratos destas adolescentes, através das diversas redes sociais, comparo-os a uns descartáveis, publicar e aparentemente deitar fora. É viver o presente em toda a sua força. Para os anos da benjamim da casa, a irmã mais velha ofereceu-lhe fotografias que têm marcado o seu percurso de vida. Encheu as paredes do quarto destas imagens formando letras e formas. A mancha de imagens assim projectada era interessante mas o conteúdo de cada uma delas faz-me pensar. Afinal qual será a recordação que ela terá mais tarde? A C. faz hoje, 15 anos. Assumidamente uma adolescente. E já cá vão duas em casa!

O que fica no deserto

O que fica no deserto O que fica no deserto Tu e eu. Também havia os outros mas o que importava mesmo, era tu e eu. O fim da tarde no cimo da duna, o silêncio, a luz, a areia entre as tuas mãos, o horizonte, a meditação e houve a noite em que tu e eu nos deitamos. Querias o calor das mantas (a J. e o pai preferiram dormir ao relento), querias o meu abraço, querias o desabafo e vieram as lágrimas. Não me lembro se adormeci mas sei que o dia acordou. O que fica no deserto, fica no deserto.

Vai ela e vou eu

Transformar Vai ela e vou eu Ela tem ideias que nem sempre vão de encontro com as minhas, como por exemplo transformar este blusão em algo de mais personalizado. A minha criatividade entra em colapso e pergunto-me se não seria melhor entregar-lhe a peça, auxiliando-a para que ela possa realizar o que idealizou. É já amanhã. Teimou durante meses. Tem vindo a contar as semanas, os dias. Adora este grupo. Vai ela e vou eu!

Correr por gosto

Correr por gosto Correr por gosto Correr por gosto Foi certamente o fim de semana mais esperado dos últimos tempos. Ir a correr para Lisboa e assistir à sessão da Saga Twilight - Amanhecer parte 2, depois da adolescente da casa ter lido e relido a obra toda... não podíamos recusar. Foi um bom pretexto para prolongar a estadia e ver algumas boas exposições, mergulhar em boas livrarias e sentir de perto o Outono nos jardins da Gulbenkian. Com a máquina fotográfica que fora da avó, a M. iniciou-se na era da analógica! Read More