Xuxudidi no Festival Islâmico de Mértola

Xuxudidi no Festival Islâmico de Mértola Xuxudidi no Festival Islâmico de Mértola Xuxudidi no Festival Islâmico de Mértola A partir de amanhã e até Domingo, as minhas mantas de retalhos, taleigos, mas sobretudo as Têtes de Nègres - todas peças manuais, únicas e exclusivas - estarão presentes no Festival Islâmico de Mértola (de 21 a 24 de Maio), na Oficina da Nádia Torres. Quem desejar deambular e percorrer as vielas da Vila Velha de Mértola, certamente passará pela Oficina da Nádia Torres - criadora de ourivesaria artística - Oficina situada na Rua Dr. António José de Almeida, nº 6, acima do Campo Arqueológico - onde estará patente a exposição "Mértola e o Guadiana" - junto à encosta voltada para Sul e para a Ribeira de Oeiras. Sejam bem vindos!

Apareçam!

"Greve" "Greve" "Greve" "Apareçam" tinha-me dito ontem um amigo meu e não me arrependo de nada. Uma semana antes e pela primeira vez, foi-me dado a conhecer o trabalho da Catarina Sobral através da nova edição da Granta. Hoje, acabei por ir a inauguração da exposição Cachimbos & Cartas de Amor, na Biblioteca Municipal de Serpa onde é possível ver as ilustrações de alguns dos seus livros. Trouxe este porque tenho muito em comum com o que sinto neste momento. Mas a obra dela em geral, tem muito de se tirar o chapéu! A exposição estará patente até dia 30 de Junho. Apareçam! Greve Texto e Ilustrações da Catarina Sobral Edição Orfeu Negro, 2011

A nossa praia

A nossa praia A nossa praia A nossa praia A nossa praia Digo "praia" porque tem água e no meio da rocha, um oásis com eucaliptos, areia fina, uma casinha de apoio para fazer todo o tipo de grelhados, uma mesa muito comprida feita com desperdícios das obras vizinhas e dois postos eléctricos deitados ao longo para servir de banco. É a nossa praia. De longe a minha preferida nesta altura do ano porque tudo em volta é silêncio ou seja, só se ouvem os sons da natureza se bem que de vez enquanto apareça um carro ou uma motoreta para irem pescar mas, ninguém se atropela! Tudo tão perto de casa. Mas o que mais gosto nesta praia são os nossos piqueniques que ali fazemos, ao almoço mas sobretudo ao jantar quando os dias são agora mais longos. Surpreendidos pela vaga de calor, viemos refugiar-nos na nossa praia, procurar a sombra e a brisa desejada. E tivemos companhia. Do outro lado da rede, aquela que demarca o nosso oásis, as ovelhas amontoaram-se para esconder a cabeça na sombra. Esta é a minha paisagem na quietude intelectual do Alentejo rural!

#blousemakingathome

#blousemakingathome #blousemakingathome #blousemakingathome O que mais gosto nos livros de costura japoneses é a simplicidade dos modelos apresentados, linhas simples e que assentam como uma luva. No entanto, é pena não haver tamanhos para gente grande por isso, ainda tenho que alterar os moldes à nossa medida. Eis a primeira blusa primaveril deste ano, feita em casa!