Sentir a Primavera

A bolsa A bolsa A bolsa A bolsa foi realizada a partir dum antigo colchão de lã. Aliada a tecidos contemporâneos, vai receber a leitura do momento. É a sugestão para a viagem que vamos efectuar. O leme para as próximas semanas é descansar. O Inverno foi longo, queremos agora sentir a Primavera. Até já!

Parceria

A espiga Parceria A primeira pregadeira da M. feita em prata é digna de ser fotografada, até porque trata-se duma prenda e é importante para ela fazer o registo das peças que vai desenvolvendo. A espiga renasce depois do longo Inverno, elemento fundamental e tradicional do outrora Alentejo profundo. A bolsa é o embrulho possível, uma parceria entre mãe e filha!

Fatias de pão

"Pinga-amor" Fatias de pão Fatias de pão Fatias de pão No restaurante da minha aldeia come-se debaixo da azinheira, voam pássaros e borboletas e uma cegonha faz o ninho. O restaurante da minha aldeia serve fatias de pão dentro de pequenos taleigos mas volta e meia desaparecem! Fiz 6. Os dois primeiros, a pensar na noite dos namorados. Os outros, por incrível que parece, foram inspirados pela clientela que ali passa. Na minha aldeia, só há um restaurante, o Al Andaluz. Não há que enganar! Fatias de pão

Do fim-de-semana

Ouvrir a música depois do excelente concerto Toi et moi Almoço no alpendre. Que venha a Primavera! Todos os fins-de-semana o são, mas este em particular, foi partilhado no primeiro dia com a M. em Lisboa. Programou idas aos alfarrabistas e as exposições. Limitei-me a guia-la e a acompanhar pela cidade. Calhou passarmos pelos Tibetanos (tenho a tendência por me esquecer continuamente de que a minha filha é uma vegetariana atípica!). A noite, fui levada a conhecer a música que ela gosta. A cassette foi a compra inesperada mas perfeita para a viagem de regresso, num carro cujo a radiofonia parou no tempo. Ontem domingo, e o primeiro almoço do ano no alpendre fez-me acreditar que a Primavera está para chegar!