Viajar

Viajar Viajar Viajar Adoro viajar. De carro, de autocarro, de avião, de comboio, de barco, a pé... adoro viajar! Gosto mais ainda se podemos sentir a transformação da paisagem ao longo dos quilómetros, acompanhar o ciclo do dia, as fases do sol e da lua. Partilho a paixão da viagem com a minha família. Daqui a umas horas vamo-nos fazer à estrada, por muitos quilómetros. Vamos sentir outras atmosferas, vamos ouvir outras línguas, vamos-nos embrenhar noutras culturas. Entendo que para as miúdas nem sempre foi fácil. Nunca fui adepta dos filmes no carro, nem de jogos computorizados, privilegiando antes o convívio familiar. E quanto mais participarmos melhor. Mesmo eu estando ao volante, gosto muito do jogo do carro amarelo que não é senão procurar na paisagem um veiculo amarelo e ganhar pontos: remédio santo contra a sonolência, obrigando-nos a olhar para o exterior. Também temos jogos magnéticos para jogar a dois, como o xadrez e a batalha naval. Viajar é também pormos a conversa em dia e em muitas dessas conversas nascem vontades de outras viagens. Houve um tempo em que viajávamos muito de noite para queimar etapas, mas agora que elas estão mais crescidas, vamos aproveitar as paragens para fazer algum turismo: conhecer cidades, visitar museus... Está quase na hora, tenho de ir. Até já!

Gestos simples e caseiros

Gestos simples e caseiros Gestos simples e caseiros Gestos simples e caseiros Gestos simples e caseiros à volta do engarrafamento da nossa pequena produção de azeite que vai chegar ainda antes do Natal, às várias casas de Portugal e do estrangeiro. Imagino o nosso azeite acompanhando o bacalhau da tradicional consoada portuguesa. Do estrangeiro, chegam-nos pedidos da nossa produção para acompanhar a dieta mediterrânica. Por razões logísticas, só podemos aceitar mais encomendas até ao próximo domingo 15.

A primeira de duas mantas

A primeira de duas mantas A primeira de duas mantas A primeira de duas mantas Ao fim de dois anos, acabo de acolchoar a primeira de duas mantas. O tempo passou e meses sem lhe pegar. Justifico-me com a mudança de casa, mudança de clima e sobretudo da luz, a falta dum lugar só para mim, o constante arrumar para deixar espaço tem de ter um fim (espero que o Ano Novo traga um local onde poderei dedicar parte daquilo que mais gosto de fazer). Nesta manta, acolchoei à volta dos hexágonos para dar mais relevo às suas formas geométricas. Na segunda manta, vou seguir outras linhas para obter outros efeitos mas antes de começar, vou aproveitar os desperdícios tão falados aqui.