Abelhas, meu mel!

Abelhas, meu mel!
Abelhas, meu mel!
Abelhas, meu mel!

Gostava de seguir mais vezes o Paulo, jovem apicultor, à volta das suas colmeias.
A leitura que ele faz diariamente é uma linguagem que não entendo mas ele aplica-se a explicar (as legendas das fotografias são da sua autoria). É um mundo fascinante que se revela aos poucos.
Há rainhas, zângãos e abelhas, cada um deles preenche um papel fundamental. Por vezes, instala-se a anarquia como é o caso demonstrado nas fotos abaixo.
O papel do Paulo, nessa fase, é fundamental para estabelecer a ordem de maneira a que a colónia seja sã e que haja um delicioso mel na sua devida altura!

Abelhas, meu mel!

Colmeia zanganeira. Esta colmeia não tem rainha e está órfã. Uma das abelhas obreiras, numa tentativa de salvar a colmeia, inicia a postura mas de ovos inférteis, que originam apenas zângãos. Se não se fizer nada esta colmeia morrerá em breve.

Abelhas, meu mel!

O principio dos alvéolos reais. Em determinadas alturas do ano ou quando perdem a rainha, as abelhas obreiras constroem alvéolos reais, onde com ovos férteis e com geleia real, são criadas as rainhas.

Abelhas, meu mel!

A rainha e a criação. Nesta fotografia é possível ver a rainha e a criação fechada (operculada) sinal de que a colmeia está em boas condições e é saudável.

3 comments on “Abelhas, meu mel!

  1. Fernanda

    Olá!
    Encontrei o seu blogue por acaso,e por concidência logo com um assunto, neste último post, que me tem deixado muito intrigada. Se puder perguntar ao seu amigo, e dizer-me a resposta dele, agradecia imenso; é o seguinte, tenho uma floreira suspensa numa das varadas, onde estão petúnias. Acontece que há dois anos comecei a ver várias abelhas a entrar e sair, pelo orifício da rega. Mais, elas recortam bocadinhos das folhas da nossa glicinia e entram na floreira com elas!

    Continuamos a regar as flores, mas isso parece não as demover.
    Já tentei informar-me do que se passaria com as abelhas e a minha floreira, mas os apicultores que contactei ( por email) nem se dignaram a acreditar; disseram-me que só podiam ser vespas!

    Eu sei perfeitamente distinguir umas e outras, fui criada no campo. Além disso, tenho fotos.

    Se conseguir explicar-me este mistério, ficava-lhe realmente agradecida.

    Cordialmente,
    Fernanda

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