À sombra da azinheira

À sombra duma azinheira
À sombra duma azinheira
À sombra duma azinheira
À sombra duma azinheira
À sombra duma azinheira
À sombra duma azinheira

Os rebanhos são imensos, divididos pelos campos. Ao todo, são perto de 900 ovelhas.
As ovelhas que ordenham andam por enquanto mais perto do local onde mecanicamente é-lhes retirado o leite.
Aquelas que procriam andam livremente em áreas cujos hectares não sei medir porque a paisagem é vasta, dominando montes e vales até à barragem.
Uma paisagem de cortar a respiração!

No cimo do monte, o tosquiador, dono das ovelhas, passará o dia à sombra da azinheira a tosquiar uma centena de ovelhas que por ali pastam.

Tal como os anos anteriores, vou assistindo à tosquia, pelo prazer de observar os gestos dos homens, os dos animais mas mais particularmente da lã. Deste rebanho, cruzadas Lacaune, acabei por saber que são óptimas leiteiras, mas com pouca lã de velo, sem lã na cabeça, patas e barriga. Não penso que esta lã seja reaproveitada. Alguém me corrige?

0 comments on “À sombra da azinheira

  1. Marie-Josée

    Sonho nas ovelhas! Nunca vi de perto e acho que é horrível isso. Nos campos do Québec se pode admirar muitas vacas, mas poucas ovelhas, pouca lã… tristeza…

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  2. Nuno

    Muito interessante! Como o velo não está inteiro ou bem limpo é muito pouco provável que esta lã seja utilizada para fins têxteis, a não ser como recheio de almofadas ou afins.
    No norte da Europa este sub-produto é cada vez mais aproveitado por uma pequena mas rentável indústria-nicho de painéis de isolamento ecológico de edifícios maioritariamente feitos de lã de ovelha.

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