Juntar

Juntar Juntar Juntar Há três projectos em curso em casa. O prato caiu da parede e como o estimo muito, vou guardar os cacos, juntá-los a outros e um dia criar a base duma mesa. Só não sei fazer argamassa! Partilhámos a máquina de costura. A Ju. está a juntar letras para o seu primeiro projecto e eu vou juntando retalhos a partir de velhas calças de ganga para fazer uma nova almofada para os cães.

A ovelha leiteira

A ovelha leiteira A ovelha leiteira A ovelha leiteira A ovelha leiteira Nada mais fascinante do que observar a mecânica dos movimentos, embora haja algo que deixa de ser natural como se o animal fosse um mero objecto, traduzido pela sensação e emoção que vivi ao ver os gestos que se repetem vezes sem conta até as cerca de 500 ovelhas serem ordenhadas. A primeira acontece às 3 da manhã. Registei a segunda ordenha no inicio duma tarde. E será assim até fim de Junho, todos os dias sem excepção!

O amigo da Ju.

O amigo da Ju. O amigo da Ju. O amigo da Ju. O amigo da Ju. O amigo da Ju. O amigo da Ju. O amigo da Ju. Todos os dias da semana o amigo da Ju. percorre uma ida e volta de 70 km desde a serra até a escola de Mértola. Ele, os pais e avós vivem num monte onde aparentemente nada faz falta, a não ser um poste de electricidade e a falta de amigos por perto. Mas não é por estas razões que não terão uma qualidade de vida superior a muita gente!

À sombra da azinheira

À sombra duma azinheira À sombra duma azinheira À sombra duma azinheira À sombra duma azinheira À sombra duma azinheira À sombra duma azinheira Os rebanhos são imensos, divididos pelos campos. Ao todo, são perto de 900 ovelhas. As ovelhas que ordenham andam por enquanto mais perto do local onde mecanicamente é-lhes retirado o leite. Aquelas que procriam andam livremente em áreas cujos hectares não sei medir porque a paisagem é vasta, dominando montes e vales até à barragem. Uma paisagem de cortar a respiração! No cimo do monte, o tosquiador, dono das ovelhas, passará o dia à sombra da azinheira a tosquiar uma centena de ovelhas que por ali pastam. Tal como os anos anteriores, vou assistindo à tosquia, pelo prazer de observar os gestos dos homens, os dos animais mas mais particularmente da lã. Deste rebanho, cruzadas Lacaune, acabei por saber que são óptimas leiteiras, mas com pouca lã de velo, sem lã na cabeça, patas e barriga. Não penso que esta lã seja reaproveitada. Alguém me corrige?

Alegremente debaixo do braço

Alegremente debaixo do braço Alegremente debaixo do braço O saco anda a passear pelos prados, alegremente debaixo do braço. Andar pelos campos de trigo ou de cevada depois dum dia de calor, tem um outro perfume... Os sacos são feitos a partir dum tecido tradicional chinês. Estão todos disponíveis aqui.