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Festas Boas A minha noite é tão escura, a estrada tão solitária. No fundo dum longo corredor, num quase sem fim de passos, quase a correr para recuperar o tempo que se vai e abraçar um ente querido familiar que se apaga. Procuro respostas. Amparo as minhas filhas, o meu marido. De novo a estrada, tão escura, tão silenciosa. O cansaço é um manto que se apodera de nós a cada instante. Que é de nós neste fim de ano onde por todo o lado se gritam palavras de Boas Festas?

Cobertores de papa

Cobertores de Papa Cobertores de Papa Cobertores de Papa Cobertores de Papa Cobertores de Papa José Pires Freire é o rosto da Fábrica de Cobertores de Papa que fechou definitivamente as suas portas na última sexta-feira, dia 21 de Dezembro de 2012. A nossa visita em nada fazia prever o que presenciámos. Voltei lá para buscar os cobertores encomendados semanas antes e com a família, partilhar um lugar sui generis, onde ainda existe o pisão e toda a maquinaria necessária para criar os cobertores que aqueceram muitas camas no tempo em que não havia muito mais recursos para um sono mais quentinho. Não vinha preparada para este desfecho. Os últimos cobertores estavam na centrifugadora, para de seguida serem estendidos para secar. Outros estavam a ser etiquetados e embalados. O cobertor de papa é um cobertor artesanal, 100% pura lã, que era desenvolvido e fabricado em Maçaínhas, no concelho da Guarda. Um produto totalmente português. Infelizmente, mais um pouco da nossa tradição fabril que se esvai!

Boas Festas

Boas Festas Enviam-se os últimos postais de Boas Festas, mas apesar de serem muito bonitos, continuo a pensar que as ilustrações caseiras imaginadas pelas nossas filhas, são as mais expressivas. Depreende-se alegria, felicidade, fraternidade, partilha e comunicação que, apesar dos tempos que correm, é o que mais vos desejo. Boas Festas!

Migas à moda do lagar

A cozinha A cozinha A cozinha Migas à moda do lagar Embora havemos de passar o Natal no Alentejo, viemos uns dias à Beira Alta para matar saudades. Há umas semanas atrás, houve a apanha da azeitona, com a qual, cada ano, vamos tendo o nosso azeite. É da praz para o lagar levar-se o bacalhau, a batata e a couve para, com o azeite novo, se fazerem as migas. Como não houve este privilégio este ano, foi na cozinha que misturei os ingredientes e reguei generosamente com este maravilhoso néctar. São servidos?

Pour la petite histoire

Pour la petite histoire Pour la petite histoire Pour la petite histoire Hoje vai deixar de ser segredo. Nunca escrevo directamente, nomeadamente os meus posts, pelo computador. Gosto do papel, do lápis a deslizar nas linhas e entre-linhas do caderno. Gosto das ideias que se espalham de páginas em páginas... de rabiscos, de riscos. Gosto de não apagar, de emendar, de voltar a escrever. Gosto de abrir o caderno, de o fechar, de virar páginas. Gosto de o transportar de um lado para outro, de escrever onde bem me apetece. E quando penso, vou rabiscando, rabiscando... É por esta razão que gosto dos Azulejos de Bolso da Beija-Flor. São feitos à mão e com papel reciclado. Com eles, vou tendo muitas horas de escrita pela mão!

♥ ♥ ♥ Aliar as rendas duma almofada do tempo das avós com um tecido japonisante bastante antigo mas em perfeito estado, com tecidos actuais, uma combinação, creio que, mais que perfeita para criar esta bolsa acolchoada. Fechada, mede cerca de 32cm x 24 cm. Está disponível aqui!