Mais um Ano Sabático

Mais um Ano Sabático Mais um Ano Sabático Mais um Ano Sabático É, à frente a esta paisagem e desta calma, que tomámos uma nova decisão. Recebemos os buletins de renovação das matrículas da escola das miúdas. O nosso ano sabático vai prolongar-se por mais um. Ainda temos muito para ver, pessoas para conhecer e laços de amizades por fortalecer.

“Aromas e Sabores, Comidas de Mértola”

"Aromas e Sabores, Comidas de Mértola" "Aromas e Sabores, Comidas de Mértola" "Aromas e Sabores, Comidas de Mértola" São, nas prateleiras das bibliotecas que tenho vindo a descobrir, livros de receitas, muitas das vezes recolhas feitas, ou pelas escolas ou por associações, cuja edição acaba por nunca se encontrar à venda. As comidas do Baixo-Alentejo e mais propriamente na zona de Mértola diferem das outras regiões, devido à sua proximidade com o Guadiana. Algunas delas - como o figo, o chícharo ou o muge (taínha) - desempenharam um importante papel na subsistência popular sendo que a tradicional dieta mediterrânica baseada no pão, no azeite, vinho e frutas, parcava em carnes e gorduras. Debruço-me nas receitas, ávida de aprender e percebi que há muitos segredos como, por exemplo, o que se deita para dentro do almofariz, para realizar uma aparentemente simples açorda. Comidas de Mértola, Aromas e Sabores é mais do que um simples livro, feito sobre recolhas dos hábitos culinários mertolenses. "Fazer este livro sobre a gastronomia mertolenses foi também, para os seus muitos autores... um acto de generosidade, de partilha e de convívio. E, ao mesmo tempo, foi como juntar os ingredientes, misturá-los e dar-lhes a forma de um pão de palavras e de imagens. Palavras não matam fome, nem que digam mil comidas. No entanto, as palavras são, para os poetas, pão do espírito, sementes lançadas ao vento, fermentos de mudança. Podem ser doces como mel, amargas como fel, picantes como pimenta..." Manuela Barros Ferreira in introdução ao livro. Comidas de Mértola, Aromas e Sabores de Nádia Torres, alunos, professores e funcionários da Escola C+S de Mértola, 1997

Fair Isle Knitting

Fair Isle Knitting Fair Isle Knitting Fair Isle Knitting Adoro tricotar mas demonstro alguma insegurança na execução de alguns trabalhos. Fiz um workshop na Retrosaria para aprender a técnica tão bonita de tricotar a cores, mas à maneira portuguesa. Depois, houve o processo da lavagem da lã. Foi outro momento maravilhoso. A lã secou, foi dobada e ali ficou, num cesto. Nunca mais peguei nas agulhas como as portuguesas fazem e rapidamente esqueci a técnica. Ganhei novo alento quando descobri um dedal mágico ao ver este pequeno filme. Se o modelo usa a mão esquerda para executar o trabalho, também devia conseguir fazê-lo na mão direita. O dedal adapta-se perfeitamente ao dedo, as lãs nunca se embaralham. Encontrei o meu aqui.

1948

1948 1948 Há garrafas de vinho que não se abrem todos os dias. Somente em ocasiões muito especiais e partilhadas de preferência, em excelente companhia, com quem sabe apreciar. Caves Aliança Garrafeira Particular Colheita de 1948