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♡♡ Lado a lado ♡♡ Destas experiências, fiz estas duas mini bolsas, prenda de Natal para as miúdas guardarem o MP4 quando este não estiver a uso. Tinha poucos recursos (não trouxe quase nada da minha outra casa) mas de qualquer maneira, adorei o resultado. Do "ponto russo" para os brasileiros à "fada do lar" para o velho continente, descubro e não vou desistir de tantas possibilidades que esta agulha de bastidor pode realizar. A creatividade não tendo limites, já estou a pensar nuns cartões de Boas Festas, muito especiais para a família. As últimas dúvidas, além daquelas que me foram dadas através de mensagens e pelas quais agradeço muito, foram tiradas na escola falando com os professores de Educação Visual e Tecnológica, também eles um verdadeiro poço de saberes. Para ter a certeza de não deixar fugir o ponto (o trabalho faz-se pelo avesso) usei cola branca. A agulha mágica permite de facto um ponto mais ou menos comprido, ficando farfalhudo como aqui ou mais curto como aqui. Não gostei muito do resultado, no caso do ponto mais alargado porque a bolsa é muito pequena e delicada, cortei no comprimento. A linha abriu-se dando nova textura ao coração. As experiências vão prosseguindo...

De cogumelos e medronhos

As Andorinhas do Rosário As Andorinhas do Rosário As Andorinhas do Rosário Almodôvar ficou para trás, comecei a serpentear pela Serra do Caldeirão. No alto do pico do Mú, uma paisagem deslumbrante (não fossem as horrendas eólicas) onde se aninham sobreiros e medronheiros. Na Primavera, imagino as estevas em flor e um perfume invadindo aquela serra. São Barnabé esconde-se num vale e acolheu, este fim de semana, a I Feira Internacional dos Licores e Aguardentes Tradicionais, integrada na V Feira do Cogumelo e do Medronho. O cabaz voltou cheio de coisas inesperadas como a aguardente de medronho, as bolotas cozidas, várias espécies de cogumelos e um kit para uma cultura caseira destes. Estou ansiosa por ver nascer os nossos primeiros cogumelos. A mais agrádavel surpresa, foi o encontro com As Andorinhas do Rosário, um grupo de mulheres alentejanas que se dispuseram a cantar e exibir com orgulho, as meias, os taleigos, lenços e chapéus com aqueles lindos adornos. Read More

A Colheita das Azeitonas

A colheita das azeitonas Mais uma vez, este ano, procedemos à colheita da azeitona. Feitas as contas ao pessoal, lagar e outras pequenas despesas, sem contar a lavra anual dos olivais, este ano o litro de azeite ficou-nos a 5,73€ (ficou mais barato que o ano anterior, porque prescindimos do tractorista). Para além de continuar a não ser rentável para os agricultores, também ninguém aparece para comprar o azeite excendentário como antigamente. Até o ciclo ancestral da economia de subsistência rural, se esvai. De Bruxelas, primeiro vieram subsídios para arrancar oliveiras centenárias. Depois subsídios para plantar novas oliveiras. Destes subsídios, pouquinho dinheiro chegou às mãos dos pequenos agricultores. A maior parte foi para as grandes plantações de olivais em latifundios. No Alentejo sustituíram-se milhares de hectares de cereais por olivais. Aqui, plantou-se muitíssimo mais oliveiras que dão azeitona "verdelha" do que "galega". Esta produz ou "rende", como dizem os agricultores, muito menos azeite do que a "verdelha". Esta, verde e carnuda, tem muito mais acidez que a "galega" e "funde" (relação produtiva quilo de azeitona = litro de azeite) a 25 ou mais, ao passo que a "Galega", preta e pequenina, "funde" a 12, máximo 16, quase metade a menos. Portanto, uma produz quantidade e com maior acidez, outra qualidade com menor acidez. Também podem existir outros factores, mas "grosso modo", anda tudo à volta disto. Foi o que aprendemos das numerosoas conversas com os agricultores, herdeiros do Saber centenário dos seus antepassados. Dizeres esses, confirmados numa prova organoléptica individual, que qualquer um de nós pode fazer, constatando-se claramente a qualidade de um e de outro azeite. Façam a experiência. Bom apetite.

Azur et Blanc

Azur et blanc Azur et blanc Azul e branco, como as paredes caiadas das casinhas plantadas no cimo dos montes, espalhados à perda de vista. O céu é dum azul intenso, o horizonte,tão vasto. O estojo de agulhas de tricot e a "Tête de Nègre" traduzem o ambiante que vivemos actualemnte. O meu testemunho desde o Alentejo. Ambas as peças estão disponíveis aqui. ... Azur et blanc, comme les murs chaulés des petites maisons regroupées en hameaux sur les monts éparpillées à perte de vue. Le ciel est azur, intense. L'horizon est si vaste. Le trousseau des aiguilles à tricoter et "la tête de nègre" traduisent l'ambiance que nous vivons actuellement. Mon témoignage depuis l'Alentejo. Les deux pièces sont disponibles ici. Azur et blanc

... ... ... Acontece-me muitas vezes pisar a calçada e olhar para o chão, caminhando, pensando. Adoro perder-me no tempo. ... As cegonhas regressaram e com elas, parece renascer a Primavera. Para mim faz toda a diferença!

O derradeiro saco-cama

O derradeiro saco-cama O derradeiro saco-cama O derradeiro saco-cama O derradeiro saco-cama Reabro a loja para propor para este Natal, peças feitas com todo o meu cuidado. O saco-cama é um objecto que acarinho muito. Ele é, a partir do terceiro mês, uma peça fundamental na vida do bebé o qual vai acompanhá-lo até completar o primeiro ano. Forrado com felpo de algodão orgânico, tecido exterior escolhido a dedo, 100% algodão, com fecho lateral para facilitar o seu manuseamento. A peça torna-se única. Está disponível aqui. O derradeiro saco-cama