Casa do Povo

Casa do Povo
Casa do Povo

8 lojas de comércio, 4 alfaiates, 1 oleiro e sapateiros… nem se contam pelos dedos das mãos.
Hoje, a aldeia não tem mais do que 60 habitantes. Ainda persiste a mercearia (e por mais quanto tempo?) e uma outra muito mais recente, sem horários definidos nem encanto, porque as paredes e a mobília não carregam história.
O Convívio fecha as portas uma vez por semana. É o ponto de encontro, o centro nevrálgico da terra. E além dum muito pequeno museu (voltarei a falar nele noutro post futuro), ainda há a Casa do Povo.
Sem ela, não teria conseguido escrever este post.
Consta-se que até 2002, uma pessoa da aldeia detinha a chave da instituição desde o antigo regime.
Nesse ano, o povo juntou-se, reuniu-se e em conjunto arrombaram as portas tomando posse do edifício.
Computador debaixo do braço, jovens e menos jovens, todos têm acesso à net.
Aqui estou!

Casa do Povo
Casa do Povo

A Terra e o Homem
Casas do Povo
Lisboa, 1966

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