Ai, ai, ai… que saudades!

Ai, ai, ai... que saudades!
Ai, ai, ai... que saudades!
Ai, ai, ai... que saudades!

Foi uma viagem que não estava prevista mas que não foi possível adiar.
O regresso, por umas horas à casa, foi suficiente para matar a saudade do espaço, dos amigos que vieram acorrer abraçar as 3 irmãs. Por cada refeição, tive de contar as cabeças, os sacos camas acabaram por destronar os lençóis.
Foi bom. Foi muito bom!
Não pensava que esta viagem, tão relâmpago, mas rica em relações humanas, viesse sossegar as nossas pequenas “almas”!
Pela primeira vez, de regresso ao Alentejo, na nossa nova casa, a viagem foi silenciosa, em paz connosco próprios.
Através do retrovisor, vi 3 irmãs, porreiras, lendo, tranquilas, prontas para novos desafios.
Queria agradecer as primeiras cartas que vieram encher a caixa do correio.
As cartas das amigas delas porque não havia internet nem telefone e que a rede móvel é péssima por cá. Descobrir o quanto é mágico e devolve um sorriso, receber postais como o da Marta, palavras que ganham ainda maior importância quando estamos tão isolados deste mundo.

Eu, matei a saudade, à volta do lavadoiro. Já deu sinal de quem por lá já não mora, mas continua lindo, o reflexo do meu lavadoiro.

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