A receita

A receita A receita A Maria de Lourdes Modesto e o Afonso Praça fizeram uma importante recolha dos usos e costumes do Povo Português, na perspectiva festa-mesa. O volume II de Festas e Comeres do Povo Português é dedicado à Pascoa, romarias e outras festas. Encontrei muitas receitas de bolos de requeijão na net e mais algumas nos livros de casa, mas a minha escolha recaíu sobre a quantidade de requeijão que este livro em específico propunha. A maior parte das receitas falam na unidade de requeijão. Aqui a gramagem tem a sua importância. Confeccionar, degustar, saborear, apreciar e saber mais algo sobre o que vai no prato é também entender a cozinha como um património cultural comum. Aqui vai a receita (tão solicitada no post anterior) mas insisto, nada como adquirir o livro. 500g de requeijão de ovelha + 8 ovos médios ou 6 grandes + 375 g de açucar + 1 colher de sobremesa de canela + 1 colher de sopa de manteiga + 2 colheres de sopa (rasas) de farinha. Reduz-se o requeijão a puré (no passe-vite) e deita-se numa tigela onde se bate com uma colher de pau, juntando os ovos, o açúcar, a canela, a manteiga amolecida e a farinha. Este preparado não deve ser muito batido e deve evitar-se a batedeira eléctrica. Estando tudo bem misturado, bem untada e polvilhada e leva-se a cozer em forno médio (180º) entre 45 e 50 minutos. A consistência deste bolo é muito próxima da dum pudim. Festas e Comeres do Povo Português Volume II de Maria de Lourdes Modesto e Afonso Praça Fotografias de Nuno Calvet Editorial Verbo, 1999

Um rico requeijão

Um rico requeijão Trouxe do Baixo Alentejo um enorme requeijão. Pesava à vontade um bom quilo e foi feito em pano de fraldas. O requeijão da minha aldeia não pesa mais duma centena de gramas e é feito dentro dum açafate. O primeiro compra-se ao peso, o segundo, à unidade. Ambos são de ovelha. Como seria inimaginável comer uma grande quantidade deste requeijão em tão poucos dias, decidi experimentar uma receita tradicional, um ex-libris da doçaria alentejana, um bolo de requeijão que se costuma fazer por altura da Páscoa, na região de Serpa. A receita foi retirada do livro Festas e Comeres do Povo Português, Volume II da autoria de Maria de Lourdes Modesto e Afonso Praça. Posto na mesa, o bolo de requeijão desapareceu num ápice! Read More

Uma bolsa para portátil

Uma bolsa para portátil Uma bolsa para portátil Entreguei a segunda bolsa à C. e fiz-lhe exactamente a mesma pergunta "se a bolsa fosse tua, o que punhas lá dentro?". Em dois segundos, afastou o PC, colocou ao lado da bolsa um pequeno portátil. Nada mais natural para uma jovem empresária que nunca anda afastada destes instrumentos de trabalho. E não é que o computador coube na perfeição? Toda a bolsa tem enchimento com baeta de algodão, parcialmente alcochoada à mão. Fechada, mede cerca de 32 x 24 cm. Os tecidos, em algodão, são da mesma colecção que esta manta de retalhos e deste ou outro taleigo. A bolsa está disponível aqui. Uma bolsa para portátil

A capucha

A capucha A capucha A capucha Fomos, em éclaireuse, procurar um lugar não muito longe de casa para futuramente festejar os anos dela com os amigos. Não prometi festa? Uma eira, algumas palheiras, muita luz e alguma sombra, foi o cenário possível para fotografar a nova capucha da C. Ideal para as meias estações, o modelo vem deste mesmo livro. A lã, da nossa Beira, vem daqui. Tendo encontrado este pedaço de paraíso, resta-me agendar uma data e lançar os convites. Read More

O nosso sol

O nosso sol O nosso sol O nosso sol Nesta paisagem tão sombria dum céu tão carregado de nuvens, a mimosa ilumina os vales. No regresso da escola, colhemos uns ramos, para as nossas filhas fazerem uma coroa e ter, à porta de casa, o nosso sol para um fim-de-semana que se anuncia novamente chuvoso. A mimosa, da família das acácias, de folhagem persistente é, segundo o Antigo Testamento, o simbolo da perenidade, da imortalidade, a Árvore da Vida. Tenham um Bom Fim-de-Semana !!!