Reciclar

Reciclar Reciclar Por norma não deito a roupa no lixo. Há roupas que dou aos filhos dos meus amigos, há roupas que deixamos de usar mas há quem fique contente por tê-las e há roupas que já não dá para ninguém vestir, porque já não estão em condições. Mas mesmo esta roupa consegue ter uma segunda vida, como no caso das calças de gangas, já abordado aqui ou estas malhas de algodão que pacientemente vou cortando em tiras de 1 cm para muito em breve se transfomarem num tapete que vai dar muito jeito. Apesar de não gostar da materia plástica, também se pode realizar tapetes reutilizando os sacos plásticos. A Marie Claire Maison dedica-lhe uma página mas foi através da Olivia que soube a origem de tanta criatividade. Facteur Celeste explica o passo a seguir para a sua realização. Há notas de imprensa que fazem sorrir, como uma onda de esperança. A Vera partilha uma outra forma de reciclar o lixo sobre o olhar da arte, mas há igualmente testemunhos como o da Helena que vale a pena ler e reflectir.

Uma prenda de nascimento

Manta + Saco-cama manta + saco-cama manta + saco-cama Quando a S. me anunciou que estava grávida do primeiro bebé, pulei de alegria. Queria na altura oferecer-lhe algo de muito especial, de útil, de único. Hoje, este conjunto manta + saco-cama para bebé corresponde ao desafio para o qual me tinha lançado, há uns tempos atrás. Não será este conjunto de artigos fundamentais para o enxoval dum bebé? Está disponível aqui. manta + saco-cama

Séraphin

Séraphin Séraphin Séraphin Há livros da minha infância que não estão nas estantes delas. Alguns, porque são fragéis de mais para parar nas mãos de quem com eles constroí, por vezes, autênticos castelos para as bonecas. Não compro os livros da mesma forma que os meus pais compravam. E quando penso nisso, devia estar muitas vezes doente para ter hoje uma colecção invejável de Enfants du Monde (entre outros). As minhas filhas em contrapartida, nunca estão doentes. De tal maneira que a virose surpreendeu-me este fim-de-semana. Os meus pais mimavam-me com os livros. Eu deito-me com elas, na cama e conto outras histórias, as minhas histórias como a do Séraphin. O meu livro preferido, rabiscado, de capa rasgada, o livro que tanto me fez sonhar, como a camisola do Plume (talvez por esta razão adoro golas altas). O Séraphin, um grand poeta, um tanto utópico que ao herdar uma ruína, vai ter a vida alterada. Talvez seja por esta razão que gosto de reconstruir a partir do nada, que gosto da força do Séraphin, do dragão parecido ao cavalo de Troía para demover as forças públicas. Desta escada, eu achava que se podia alcançar assim o céu degrau a degrau. Le merveilleux chef-d'oeuvre de Séraphin Illustrações de Philippe Fix Texto de Alain Grée Editions des Deux Coqs d'Or, Paris, 1967 Séraphin

#15

#15 #15 Imprensa Por mais insignificante que seja a publicação dos estojos de agulhas de tricô em fim de rodapé na revista Ideias da Casa Cláudia, faz bem ao ego. São trabalhos demorosos, feito com todo o carinho, originais e únicos. O décimo quinto desta linha, está disponível aqui. ... Ela é a Cláudia, ele é o Rui e ambos têm este magnífico projecto O Voo do Arado. A caixinha de fiação é para mim uma prenda muito original para todos aqueles que gostam da lã. Mãos à obra!

Tic-tac

Quando não faço outra coisa Quando não faço outra coisa, estou com elas. Elas, no regresso da escola, com trabalhos de casa por fazer, um computador para partilhar. Para evitar bulhas, disputas, zangas e outras coisas do género, instaurei o uso da minuteria da cozinha. Ouço o tic-tac de segundo em segundo. Quando uma navega em pesquizas, a outra mata o tempo à espera da vez dela, desenhando-me enquanto estou a alcochoar uma manta de bebé. Vida de família. Read More