O sorvete de amoras silvestres

Sorvete de amoras silvestres
Sorvete de amoras silvestres

Da primeira vez não resultou muito bem.
Tinha feito o xarope com açúcar e água, com peso igual de amoras.
Para salvar esta preparação, coloquei-a nuns copos individuais e apesar de tudo, foram devorados num instante.
O sabor era concentrado, intenso.

Uma amiga tinha-me avisado que, se as amoras passassem 24 horas no congelador, a graínha do fruto desfazia-se mais facilmente.

Não desisti. Repeti a operação.
Passei as amoras descongeladas no “passe-vite”, eliminando a maior parte da graínha. Misturei-as aos 30 cl de xarope ( 20 cl de água e 200 gr. de açúcar) mais o sumo dum limão e as claras muito bem batidas de 2 ovos. Acrescentei 5 cl. de natas e coloquei o todo na “sorbetière“.

Falta-me vocabulário português para falar do “granité”. É uma técnica muito simples para quem não tem esta máquina de fazer gelados e que tenha vontade de fazer um sorvete de fruta.
Para isso, basta colocar o mesmo preparado num recipiente no congelador e todos os 30 minutos, com a ajuda dum garfo, picar o preparado do sorvete para desfazer a solidificação. Ao fim de 3 ou 4 horas o sorvete está gelado e pronto para ser degustado.
O sabor deste é intenso e aveludado. Uma delícia!

8 comments on “O sorvete de amoras silvestres

  1. Arlinda Lopes

    Bem temos que ai voltar para provar a segunda experiência, se bem que com a primeira já nos “lambemos” de prazer.
    Ficou com óptimo aspecto parabéns.
    Um grande beijo a todas.

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  2. Alexandra Durão

    Deve ser mesmo delicioso, a cor é linda. Tal como escrevi no blog, este ano só conseguimos colher um quilo delas, se tivesse mais, experimentava a tua receita! De qualquer modo, vou tomar nota! :- )

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