Quanto valerá este taleigo?

Taleigo Yo-yo Taleigo yo-yo Taleigo yo-yo Yo-yo Foram feitos ao todo, 80 "yo-yos", à razão de 1 "yo-yo" todos os 3 minutos. Um total de 4 horas. Em seguida, cozidos ao lado uns dos outros, formando assim 2 corações. Demorou 3 horas e 20 minutos. Cada coração foi aplicado no tecido. A operação demorou 1 hora. Cortar, alinhavar, cozer o taleigo e o forro, foram mais 2 horas de trabalho. Com uma mão-de-obra total de 10 horas e 30 minutos, sem contar o material, quanto poderá valer este lindo taleigo? Aviso: taleigo procura apaixonados. Encontro no próximo fim-de-semana no Jardim da Estrela, em Lisboa.

O sorvete de amoras silvestres

Sorvete de amoras silvestres Sorvete de amoras silvestres Da primeira vez não resultou muito bem. Tinha feito o xarope com açúcar e água, com peso igual de amoras. Para salvar esta preparação, coloquei-a nuns copos individuais e apesar de tudo, foram devorados num instante. O sabor era concentrado, intenso. Uma amiga tinha-me avisado que, se as amoras passassem 24 horas no congelador, a graínha do fruto desfazia-se mais facilmente. Não desisti. Repeti a operação. Passei as amoras descongeladas no "passe-vite", eliminando a maior parte da graínha. Misturei-as aos 30 cl de xarope ( 20 cl de água e 200 gr. de açúcar) mais o sumo dum limão e as claras muito bem batidas de 2 ovos. Acrescentei 5 cl. de natas e coloquei o todo na "sorbetière". Falta-me vocabulário português para falar do "granité". É uma técnica muito simples para quem não tem esta máquina de fazer gelados e que tenha vontade de fazer um sorvete de fruta. Para isso, basta colocar o mesmo preparado num recipiente no congelador e todos os 30 minutos, com a ajuda dum garfo, picar o preparado do sorvete para desfazer a solidificação. Ao fim de 3 ou 4 horas o sorvete está gelado e pronto para ser degustado. O sabor deste é intenso e aveludado. Uma delícia!

A correspondência

A correspondência A correspondência Foi uma festa quando o carteiro abrandou e parou à porta de casa, com a música aos altos berros, entregando a correspondência do dia. Num ápice responderam, voando para dentro do envelope, grandes e pequenos papéis, desenhos e colagens e muitas, muitas palavras. Tantas coisas têm elas para dizer! Read More

As agulhas de bambu

#09 Estojo de agulhas de tricot #09 Fechado #09 Estojo de agulhas de tricot Tenho o tricot parado. Aconteceu algo que não esperava. Quando vendi o último estojo, as agulhas em bambu também se foram embora por insistência da cliente. Não tardou ir de férias e sem elas, comecei uma camisola com agulhas convencionais. Quando cheguei a metade das costas, troquei novamente de agulhas para então acabar o meu trabalho. Descobri que com as agulhas em bambu o meu ponto é mais solto e mais irregular. Uma chatice porque agora não tenho coragem para desmanchar este trabalho! O novo estojo para as agulhas de tricot está disponível aqui sem os acessórios, entenda-se!

O regresso a casa

O regresso a casa O regresso a casa O regresso a casa Chegaram este fim de semana com cara de sono, os olhos lavrados em lágrimas das despedidas, os pés sujíssimos! Cada uma delas viveu à sua maneira a vida do campo de férias. Passado dois anos, imploraram para lá voltar e pelos vistos será o cenário que se repetirá provavelmente no próximo ano. Devido à personalidade das nossas filhas, considerámos, na altura, que seria óptimo para cortar um pouco o cordão umbilical que nos une a todos. Para não sentirmos a dor da separação, nós (os pais) fomos viajar. Elas viviam as suas primeiras experiênças comunitárias à beira dum rio, praticando desportos, respeitando e descobrindo a vida em conjunto. A C. e a J. adoraram. Para a M. foi diferente: sensível às palavras, a integração com jovens com poucos princípios de educação, não lhe foi fácil. Este ano, no mesmo espírito, encontaram um grupo diferente, alguns vindos de instituições de caracter social. Foram descobrindo que nem todas as crianças recebem o mesmo amor dos pais, quando estes existem! Ponderei sériamente a integração das nossas filhas nos escuteiros, a mesma associação que segue os principios de Baden Powell, mas soube entretanto que não existe nenhum grupo na nossa zona de residência! Chegaram a casa mais autónomas, mais crescidas, mais tolerantes. Contudo, chegaram a casa cheias de saudades do amor e da ternura familiar.