No entretanto

O feno foi apanhado mesmo antes das chuvas. Na aldeia vizinha ouviram-se os foguetes anunciando assim as Festas dos Santos Populares.
A mão de Rorbeto está quase pronta. Feita em papier mâché, vou levá-la comigo para, amanhã à noite, contar esta tão bonita história de Um Garoto chamado Rorbeto.
Acho a altura adequada para apresentar o livro enquadrado no projecto “Livros Andarilhos” com o intuito de sensibilizar a comunidade escolar para as pequenas diferenças e como explicou a professora do Rorbeto:
“… que aquilo era só um detalhe,
E que, pra escrever como ele, certinho,
o capricho é o que vale.
Não faz diferença ter cinco,
seis dedos, duas mãos ou dois pés;
Cada um é de um jeito e são todos perfeitos.”

Após 15 dias sem a net, eis-nos de novo ligados ao mundo. Aino também está de volta!

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