A “garota” da Natália

Se não fosse a bonita claridade da manhã;
Se não fosse o passeio a pé para levar a C. à escola;
Se não fosse no regresso, a porta entreaberta da casa da Natália;
Se eu não fosse persitente, chamando por ela, nunca teria visto as lindas mantas e almofadas de retalhos que um dia e já lá vão os anos, a “garota” dela fiz.
Com os restos de roupas velhas, vestidos e camisas, juntou-os sem nunca ter aprendido o ofício!

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