Se não fosse

Se não fosse a C., nada daquilo que vou contar existiria, nem a coroa… esta coroa em particular.

Em Outubro e à revelia de todos, escreveu um email para a sua revista de eleição para propor uma reportagem. O sonho dela era ver, assistir, interrogar sobre como se fazem uns filmes de animação.
Passado uns meses e um pouco acima da hora (dos nossos compromissos ocassionais) a revista respondeu-lhe que não podiam satisfazer o seu pedido mas que, se aceitasse poderia assistir às dobragens do filme “Artur e a Vingança de Maltazard” e entrevistar o Pacman (dos Da Weasel) neste novo desfio.
Louca, feliz por enfim responderem à mensagem, disse que aceitava mas na condição de levar também as irmãs.
O contacto estava feito e só a partir daí é que ficámos a saber do projecto da C.

Se não fosse o sentido da partilha, da generosidade dela, tudo poderia ter parado aí.
Mas confesso que a determinação e a alegria de “conseguir”, no sentido mais puro, demoveu-me. Devo também acrescentar a simpatia de toda a equipa envolvida neste projecto.

Se não fosse eu ver o regresso delas depois dum dia excepcional com o super símpatico Pacman…
Se não fosse a reportagem agora publicada e presente nas bancas…
Se não fosse… pois, teria eu feito este ano a coroa para nomear o rei ou a rainha.

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