O burro

Como todos os anos, na noite de Natal, a J. vai querer deixar uma cenoura ao pé da árvore para dar ao burro. Também estará um cálice de vinho do Porto para o Pai Natal.
Por razões de marketing, o trenó puxado pelas renas virá substituir a volta que o Pai Natal costumava dar com o seu burro, tal como o seu compadre o S. Nicolau.

Em casa, gostamos da versão mais antiga. O burro não é tão veloz e é por isso que as crianças não chegam a vê-lo, de tal maneira que ainda hoje, as prendas só serão vistas na madrugada do dia 25.

A J. ainda acredita no Pai Natal. Na carta dirigida a ele, ela pede como todos os anos, um burro. Encontramos um aqui ainda antes de saber que viria a conhecer a Rita.
Quanto a este livro, recomenda-se. Além de excelentes fotografias e iconografias documentais, o livro divide-se em 5 partes, homenageando o quadrúpede.

Mémoires des Ânes & des Mulets
Gérard Rossini
Editions Équinoxe, 2003

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