O sumaúma

Sempre conheci o sumaúma por “kapok” mas também é verdade que há 20 e tal anos atrás não falava português.
Foi preciso ler um post da Vera e descobrir através dum comentário que afinal ainda há por cá sumaúma e tão perto de casa (embora seja relativo).
Foi numa loja tradicional, característica da cidade de Viseu, que comprei o quilo de sumaúma.
Quero com ele amelhorar o meu produto, nomeadamente as têtes de nègres que passam desta forma a usar este tipo de enchimento. Uma nova experiênça que penso, valerá a pena.
É também com o sumaúma e mais uns cheirinhos do jardim que me preparo para fazer colares para lindas meninas.

As pegas estão disponíveis na loja.

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