Chipie e Flor

Nunca falo delas, mas são parte integrante da nossa vida familiar. São imagens enternecedoras, num final de tarde quando o calor, demasiado presente, convida a prolongar noite adentro um jantar-piquenique no jardim, improvisado pela J. Piquenique que se prolongou ao meio dia de hoje junto ao rio Mondego. E elas, sempre presentes, a Chipie e a Flor.

Em 2006, no Dia Mundial da Criança , fomos com as nossas filhas, num canil da Associação de Protecção dos Animais. A M. e a C. escolheram o cachorro, a J. deu-lhe o nome, Flor (de Floribella!). A Chipie chegou dois dias depois. Do mesmo lugar. Teria sido o cachorro que escolheria, se fosse criança, mas esse dia, era o dia delas. Penso que dessa forma conseguimos sensibilizá-las a acarinhar animais e a entender que há tantos animais por aí abandonados…

Há dias, recebi um mail duns amigos veterinários, que definiram desta forma os animais da nossa casa: “…Flor, Chipie e Caramel ( já falado aqui), animais adoráveis, que por incrível que pareça, são tão meigos e amorosos como os donos. Sabemos que os animais adquirem as características dos donos e podemos comprovar estas com eles.

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