A Cidade Cantava já a tua Canção

O meu Ramo de Flores
O dia em que fui mãe pela primeira vez… nasceste na madrugada de um verão indiano. Nessa manhã, o meu rosto iluminou-se de uma nova felicidade; estavas nos meus braços, procuravas o meu seio, éramos uma só.
A cidade inteira cantava já a tua canção.
Um ano depois, pronunciavas com clareza: “Mamã”.
Hoje, tu e tu e também tu, viestes rodear-me de um amor único, só próprio de uma mãe.
A imensa felicidade de uma mãe.
Le jour où j’ai été maman pour la première fois… tu es née à l’aube d’un été indien. Ce matin là, mon visage s’est illuminé d’un nouveau bonheur; tu étais dans mes bras, tu prenais le sein, nous ne faisions qu’une.
La ville entière chantait déjà ta chanson.
Un an plus tard, tu prononçais clairement: “Maman”.
Aujourd’hui, toi et toi et toi encore, êtes venues m’enlacer d’un amour unique, que seul une maman peut sentir.
Le bonheur infini d’une maman.

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